Categoria & Allan Borba
Todo mundo passa por um dia daqueles. Tudo parece que está se transformando em coisas chatas e desagradáveis. O relógio se arasta e nada está bom de fazer. O tédio toma conta dos pensamentos. As lembranças de momentos felizes, tristes, românticos, se somam e aí começa aquela limpeza interior. O passado torna-se o desejo de presente. Um desejo ardente e impossível. Porém, um desejo.
De quantas estórias, histórias, lágrimas e segredos uma pessoa pode ser feita? O que realmente constitui tudo o que um ser humano que fala, pensa, age entre tantas outras ações? É difícil poder explicar o que cada pessoa realmente deseja ser. O que cada pessoa realmente é. É ainda pior de saber o que ou quem somos nós mesmos.
Cada ser humano tem uma qualidade e um defeito latente. Claro que todos possuem qualidades e defeitos em proporções diversas e incontáveis. Porém até os mais virtuosos dos seres humanos às vezes sentem aquela vontade de explodir. De gritar pra todo mundo calar a boca, sumir da sua frente. Ou, enfim, deixar sair pela boca o que sente.
Tem certos momentos em sua vida que você para pra analisar algumas situações. Você passa por cada coisa que nem acredita que está passando. São coisas absurdas que você tem que ouvir. Suas palavras e atitudes são sempre levadas para o pior lado, para as mais diferentes formas de acusações possíveis. Será que essa é a forma certa de conviver?
Olhamos todos a nossa volta e vemos que cada um é cheio de sonhos e planos. Todo mundo trabalha, pensa em meios e maneiras de chegar ao que deseja. É um jogo de sonhos e sacrifícios, dia após dia. Lutas secretas em busca do momento mais sonhado. Porém, nada na vida é feito só de flores. Às vezes, as coisas fogem do nosso controle.
Todas as pessoas em algúm momento da vida já passaram ou passarão por esse momento. Aquela ansiedade que te consome, te corrói. Os minutos se transformam em horas intermináveis, o momento tão temido ou esperado está cada segundo mais próximo, e ao mesmo tempo, cada minuto mais longe. Começamos então a tentar ocupar o tempo com algo. Aí mora o perigo.
Levamos a vida baseados em conceitos e teorias. Aprendemos tudo na faculdade pra colocarmos em prática na hora do trabalho. Assim também é que aprendemos a viver. Vamos aprendendo desde a infância que vivemos em sociedade, devemos respeitar as pessoas, perdoar erros, ajudar quem precisa e por aí vai. Mas o problema é: Na hora da prática as pessoas são variáveis sem uma definição prévia.
Se a vida é como um grande palco onde fazemos nossos números sem nenhum ensaio, existe na mesma um bastidor. E como em tudo nesse mundo, há muito sofrimento para mostrar a todos o nosso show particular.

Um suspiro, uma lágrima, um sorriso… Tudo o que é uma lembrança pode ser comparado a uma letra na grande obra da vida. Cada momento vivido é como um página e cada fase como um grande capítulo. Mas quem está disposto a deixar os momentos pra trás? Quem quer realmente que uma coisa boa fique só na lembrança?

Costumes, povos, vidas, religiões… Tudo no mundo tem a sua diferença básica. Cada um tem seu ângulo de ver a mesma realidade. Se três pessoas puderem narrar um mesmo fato, cada uma vai contar a sua parcela de percepção! É a mágica da vida tentando trazer a união para o mundo. Numa fragilidade de organização o mundo segue com seus conceitos. Mas porque devemos seguí-los?

Todas as pessoas tentam na mesma medida buscar algo na vida. Muitas delas buscam a fonte de realização que tanto sonham. Outras perdem a vida tentando achar aquilo que nunca vão ter. Mas no fundo, como vamos saber qual será nosso caminho?

Quando a chuva cai, todo mundo acha que o dia fica mais triste. Que as cores diminuem. E que nada de bom pode acontecer nesse dia. “O que vai dar certo num dia em que nem posso sair na rua, sem molhar toda minha roupa, e minhas coisas?” Pensava a linda menina. “Aff… chuva na hora de ir pra rua é horrível. Por que não chove de noite quando vou durmir?”

Cada ser humano carrega dentro de si conhecimentos, experiências, vontades, características únicas. E muitos até se dividem entre os que mais sabem, os que sabem pouco e os que não sabem quase nada. Segundo nossas crenças, os mais velhos sabem da vida, os “médios” sabem das coisas e os mais novos ainda não sabem de nada. Porém, será que alguém realmente sabe alguma coisa?

Desde criança sempre adorei esportes. Eu fui uma criança gorda, mas mesmo assim amava qualquer esporte. Nunca fui bom em Futsal ou outro esporte com o pé. Então, sempre atuava como goleiro. Já fiz de tudo um pouco, lutas, corridas, musculação, natação, vôlei…











A balança
Todo o tempo ficamos pensando no que realmente importa. Nos dividimos entre profissional e emocional. Dividimos sempre querendo algo mais. Se temos aquilo por um curto tempo, não foi suficiente… Ou será que nós é que não soubemos aproveitar o que realmente foi vivido?